21.12.17

sempre que olho para eles voltam todas as perguntas, voltam todas as dúvidas. hoje ao olhá-los sei que sempre irão voltar. são a minha âncora. o meu mapa no bolso de trás. conhecem a Deus não fazem d’Ele vida nem o confessam mas são-me tantas vezes a sua voz, os seus braços, as suas pernas e os seus braços. não importa para onde vá, não importa no que me torne, não importa por onde a vida me leve eles sempre serão o meu mapa no bolso de trás.